quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

26 de setembro - Dia Europeu das Línguas


Aprender e dominar outras línguas é uma mais-valia.
Consegues imaginar desvantagens?!


 
 
 

 
 
Fica a saber mais sobre este dia aqui:
 
 
 
O acesso ao site oficial do Dia Europeu das Línguas está aqui:
 
 
 

 

terça-feira, 18 de junho de 2013

BiblioFolha3




quinta-feira, 13 de junho de 2013

Dia Mundial do Ambiente - 5 de junho


«A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas.»
Johann Goethe
 
Os recursos naturais são finitos. Se não reciclarmos tudo o que utilizamos, se não pouparmos o uso dos mesmos, consumindo o estritamente necessário, haverá problemas de falta de produtos no mercado, aumento da poluição ambiental e aquecimento global. Os resultados serão catastróficos para todos os seres vivos.
Reciclar significa transformar objetos e materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade surge a partir do momento em que o ser humano tem consciência dos benefícios que este procedimento trás ao nosso planeta.
Ao reutilizarmos, para além de preservarmos o meio ambiente, contribuímos para a diminuição significativa da poluição do solo, da água e do ar. Muitas indústrias estão a reciclar materiais como forma de reduzir os custos de produção.

Toma nota:

Reciclar é vital para a sobrevivência do planeta Terra.
Preservar é um dever de todos nós.
Preservar o que é nosso.

Preservar o planeta é preservar a vida.

Ama a vida, respeita o planeta, faz parte do meio ambiente.

Protege as nossas florestas e matas. Não deixes que poluam os nossos rios e lagos!
Fonte de vida, progresso e inovação.

A terra é o lar comum a todos. Cuidar e lutar por ela é tarefa de cada um de nós.
Reutiliza, recicla e reduz o lixo!

Pratica o verde.
Fazes parte do meio ambiente e ele faz parte de ti.

Cultivar um mundo sustentável para nós e as gerações futuras é o nosso compromisso.
Sustentar

Proteger
Suprir

Reduzir
Reciclar

Melhorar
Preservar

Muito além destas atitudes, o nosso compromisso é garantir o futuro.
Ambiente limpo não é o que mais se limpa, mas sim o que menos se suja.

Reciclar, reutilizar, reduzir, repensar e respeitar.


Deixamos aqui um poema de José Jorge Letria:

O Dia do Ambiente
( 5 de Junho)

Lembremo-nos de S. Francisco,
o que nasceu em Assis
e falava com as águas,
com as árvores e com os bichos,
sentindo-se assim feliz
por respeitar todas as coisas
que eram a sua raiz.
E o homem poluidor
do nosso tempo moderno,
destruindo o ambiente,
além de não ser eterno,
acaba sempre por fazer,
mesmo sem o querer,
da nossa vida um inferno.

 José Jorge Letria
(in O livro dos Dias)

As fotografias registam o que realizámos para relembrar este dia.





Dia da Europa - 9 de maio


O que se celebra no Dia da Europa?

Quando, em 9 de maio de 1950, propôs à República Federal da Alemanha e aos outros países europeus que quisessem associar-se à criação de uma comunidade de interesses pacíficos, Robert Schuman realizou um ato histórico. Ao estender a mão aos adversários da véspera, não só apagava os rancores da guerra e o peso do passado como desencadeava um processo totalmente novo na ordem das relações internacionais, ao propor a velhas nações, pelo exercício conjunto das suas próprias soberanias, a recuperação da influência que cada uma delas se revelava impotente para exercer sozinha. Esta proposta de Robert Schuman, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia. Na Cimeira de Milão de 1985, os Chefes de Estado e de Governo decidiram celebrar o dia 9 de maio como "Dia da Europa".
 
 
Com a exposição realizada na Biblioteca, quisemos desenvolver:

- a aptidão para pensar, integrando num contexto espacial os vários elementos do lugar, região, mundo;

- a curiosidade por descobrir e conhecer;

- os processos de pesquisa, organização e comunicação da informação relativa a conteúdos geográficos;

- a predisposição para estar informados geográfica e culturalmente;

Foi uma forma agradável e interativa de proporcionar  um apoio às orientações curriculares.



Dia Mundial da Liberdade de Imprensa - 3 de maio

Todos os anos, o dia 3 de maio é a data que celebra os princípios fundamentais da liberdade de imprensa, avalia a liberdade de imprensa no mundo, defendendo-a dos ataques à sua independência e presta homenagem a jornalistas que perderam a vida no exercício das suas profissões.

O dia 3 de maio foi proclamado Dia Mundial da Liberdade de Imprensa na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 1993, seguindo a recomendação adotada na 26ª Sessão da Conferência Geral da UNESCO, realizada em 1991.


O dia destaca uma realidade que existe ainda em muitos países: publicaçõessso direito a informação.
ANJ – Associação Nacional de Jornais
Fotografia  de Nawaat.org

Dia 25 de abril - Dia da Liberdade


E a flor sorriu abrindo o vermelho
nítido das pétalas, abrindo o verde
nítido das folhas - que as
flores também podem sorrir.

História de uma flor - Matilde Rosa Araújo

É difícil imaginar como era Portugal antes do 25 de Abril de 1974...

...na escola, as salas e recreios eram separados, para rapazes e raparigas.

...muitos livros e discos eram proibidos.

...nas Rádios, existiam listas de músicas que não podiam passar.

...nos filmes, cenas eram cortadas.
O dia 25 de Abril é oficialmente designado como Dia da Liberdade em Portugal.


Sabias que…

• em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe? Era complicado continuar a estudar depois disso. E sabias que os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos?

• todos os homens eram obrigados a cumprir o serviço militar. A partir de 1961, o país vivia em condições dramáticas com o eclodir da Guerra Colonial.

• a censura escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio, na televisão e na rua.

• antes do 25 de abril, não havia liberdade de expressão e o descontentamento estava generalizado. Conhece melhor essa realidade através da nossa exposição.

Livros proibidos durante o Estado Novo
de 1926 a 1974

MONIZ, Egas, A Vida sexual: fisiologia e patologia
MALRAUX, André, A Condição humana
SARTRE, Jean-Paul, As Mãos sujas
AMADO, Jorge, Capitães da areia
BOCAGE, Manuel Maria Barbosa du, Cartas de Olinda a Alzira
ALEGRE, Manuel, O Canto e as armas
CORREIA, Natália, O Vinho e a lira
CESARINY, Mário, Um Auto para Jerusalém
MONTEIRO, Luís de Sttau, Duas peças (um ato): a guerra santa, a estátua
FERREIRA, Virgílio, O Caminho fica longe: romance
FONSECA, Lília da, O Relógio parado
TORGA, Miguel, Montanha (contos)
MARX, Karl, O 18 de brumário de Louis Bonaparte

Algumas fotografias da nossa exposição:





quarta-feira, 17 de abril de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

BiblioFolha2


«Retalhos da Vida de um pescador» - Sr. João da Murtosa



Na quinta-feira da Semana da Leitura, tivemos o prazer de receber na nossa escola o Sr. João da Murtosa. Muitos de nós tínhamos ouvido falar dele, mas não o conhecíamos. Então, lançámos-lhe o desafio de vir conversar connosco sobre «Retalhos da vida de um pescador» e o Sr. João aceitou com muito agrado. De entre os alunos que conversaram com ele, estavam duas netas e um bisneto, que se mostraram orgulhosos pela vinda do avô e recitaram excertos de poesia com a temática do mar, como o «Mar Português» da Mensagem de Fernando Pessoa:

«Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.

Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.»

Divulgamos aqui alguns fragmentos da conversa.
Sr. João da Murtosa, de seu verdadeiro nome João Carlos da Silva, veio da Murtosa até à Praia da Vagueira, de bicicleta, aos 18 anos de idade. Gostou do local e aí ficou até aos dias de hoje.
À pergunta «qual foi o seu maior medo em alto mar», o Sr. João respondeu que «ainda agora tem medo» e não é só do mar, é também da vida. Segundo ele, todos os dias enfrentamos obstáculos. «Temos de enfrentar a vida, ter coragem para enfrentar qualquer obstáculo que nos apareça.»
Começou a faina da pesca com 25 anos. No entanto, até aí, trabalhou no moliço, nos saleiros e nas bateiras. Por duas vezes, o barco onde seguia com outros pescadores afundou. Mas a luta pela sobrevivência foi grande e conseguiram salvar-se, com a ajuda de outros barcos que por aí passavam. Quando um pescador é obrigado a enfrentar um obstáculo, neste caso um naufrágio, ele enfrenta-o sem medo. O Sr. João tem medo de enfrentar a vida, mas numa «aflição», ganha coragem para se salvar.


Porque não queria que «os filhos passassem fome», o Sr. decidiu trabalhar por conta própria e deitou muitas vezes lágrimas de sofrimento. Primeiro, pescou na ria e depois passou a pescar no mar. Na altura, o material de que dispunha não era o melhor – a bateira era pequena e os pescadores puxavam a rede com uma corda amarrada à cintura. Mais tarde, foram introduzidos os bois que ajudavam os pescadores a puxar a rede com o peixe até à praia. Mas, apesar da técnica ter melhorado, o barco afundou várias vezes e os pescadores viram a morte à frente. Nunca desistiram, a coragem falou sempre mais alto, conseguindo ultrapassar o medo.

Dirigindo-se aos alunos, o Sr. João terminou, aconselhando-os «a não terem medo, mas sim a enfrentarem a vida».

Obrigada, Sr. João da Murtosa, pela lição de vida que nos deu.