quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Dia Internacional da Língua Materna - 21 de fevereiro

Em 1999, a UNESCO estabeleceu o dia 21 de fevereiro de cada ano como o Dia Internacional da Língua Materna. Esta comemoração estimulou os esforços dessa Organização Internacional para proteger as quase seis mil línguas diferentes existentes no mundo e, ao mesmo tempo, preservar a diversidade cultural.

O Conselho Geral, órgão supremo da UNESCO, reconheceu o papel que tem a língua materna, não só no desenvolvimento da criatividade, da capacidade de comunicação e na elaboração de conceitos, como também no facto de que as línguas maternas constituem o primeiro vetor da identidade cultural.

E para sentires como a nossa língua é importante, deixamos-te aqui um poema de José Jorge Letria, in Esta Língua Portuguesa.

A Língua que falas e escreves

é uma árvore de sons
que tem nos ramos as letras,
nas folhas os acentos
e nos frutos o sentido
de cada coisa que dizes.
(…)
A árvore desta língua
cresce no nosso quintal
e definha de vergonha
sempre que a tratam mal,
sempre que a sujam e vergam
com os erros cometidos
por quem usa as palavras
sem lhes saber os sentidos
e pensa que a gramática
é uma bola de futebol
que se trata com os pés.
(…)
Esta é a árvore de tudo
o que se diz em português
por não precisar de ser dito
em alemão ou em inglês,
pois temos orgulho bastante
para fazermos da nossa língua,
que já foi peregrina e navegante,
a pedra mais preciosa
seja em verso seja em prosa.
E o orgulho que temos
nesta Língua Portuguesa,
irá do berço para a escola
e da escola para a rua,
pondo em cada palavra
uma pepita de ouro
e uma centelha de lua,
pois afinal esta língua
será sempre minha e tua.

Não te esqueças de passar pela exposição que se encontra no corredor da biblioteca com alguns rostos bem conhecidos da nossa língua e literatura portuguesa.

Dia de São Valentim

Em colaboração com o PES, e para celebrarmos o Dia de São Valentim, a biblioteca fez uma exposição com poemas de amor dos nossos escritores bem conhecidos, como Luís de Camões, Florbela Espanca, Fernando Pessoa, entre outros.




Entusiasmados pela leitura dos poemas, os utilizadores escreveram, num mural, as suas reflexões sobre afetos,  que esteve afixado na biblioteca durante a semana. Se não tiveram a oportunidade de «espreitar» o Mural dos Afetos, deixamos aqui algumas fotografias e reflexões.





O amor é como…

…um mar de rosas.
…viver nas nuvens.
…viver com cor.
…é dar e receber.
…O2, sem o amor não há vida.
…um rebuçado.
…um elástico. Quem fica a segurar, aleija-se se o outro soltar.
…uma flor.
…uma escadaria para o paraíso.
…o sol, está sempre a brilhar.
…uma nuvem sem vento.
…um lago sem água.

Uma vida sem a mor é como…

…um livro sem palavras.
…comida sem tempero, sem graça nenhuma.
…uns lábios sem sorriso.
…um vaso sem flor.
…uma vida sem nada.
…uma rosa murcha.
…uma vida sem doces.
…o céu sem estrelas.
…o oceano sem peixes.
…uma rosa sem cheiro.
…um teatro sem atores.
…um arco-íris sem cor.
…a França sem a Torre Eiffel.
…Portugal sem mim.
…uma planta sem água.


Onde há amor há…

…sentimentos.
…felicidade.
…carinho.
…família.
…vida.
…afeto.
…cumplicidade.
…alegria.
…confiança.
…lealdade.
…amizade acima de tudo.
…pais que nos dão um abraço nos momentos tristes.
... sonhos em comum.
... calor.
…respeito.
…emoção.
…abrigo.
…amparo.
…entreajuda.

Quando encontrares o amor…

…estende-lhe a mão e segue-o.
…diz-lhe o que sentes.
…não percas tempo com brigas.
…vive-o intensamente!
…temos que o guardar, pois é fácil todo o começo, o difícil é mantê-lo.

…deixa-o em liberdade!
Se voltar é porque te pertence.
Se não voltar é porque nunca te pertenceu.

…não lhe largues a mão!

E ainda...
Amor não é o que se quer sentir, mas o que se sente sem querer!!!


O amor é algo que vem de dentro.

Onde há amor há alegria
Que inventa uma fantasia!

O amor faz tremer o coração,
Faz crescer o amor.

Amor e coração, coração e amor
Numa canção bonita
Uma valsa infinita
Que faz crescer a paixão.

Pão, pão,
Queijo, queijo,
Não existe um amor
Sem beijo.




terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Sessão de formação

Estão a decorrer as inscrições para a formação em AUDACITY.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Fête du Français

Fête du Français - «Opération Crêpes»


Cette année au programme de la CHANDELEUR - le 2 février, la Fête du Français - nous avons eu des films fabuleux, fantastiques, à la bibliothèque, selon les années scolaires des étudiants et leurs préférences. Pour ceux qui ne savent pas ce que c’est la Chandeleur, voilà une petite explication :

Histoire :
La Chandeleur est une fête chrétienne officiellement appelée la Présentation du Christ au Temple, qui se fête le 2 février, soit 40 jours après Noël. Le nom populaire de cette fête en français, Chandeleur, a une origine latine et païenne : la festa candelarum ou fête des chandelles, d’après une coutume consistant à allumer des cierges à minuit en symbole de purification. Voilà les films qui ont fait partie de notre «cycle de cinéma», pendant la semaine.







Durant la journée, nous avons eu des MUSIQUES, à la Radio, sur demande, avec son et images; les chansons surprise de nos amies à la BE, à savoir «Ma philosophie» d’Amel Bent et l’inoubliable Piaf « Non rien de rien ».


Le groupe d’élèves et de professeurs de français ont fait la fête le 2 février, en faisant des crêpes pour tous ceux qui ont eu la chance d’en déguster une.

Évidemment, les crêpes n’ont pas été suffisantes, mais ne vous inquiétez pas, nous répèterons !!!

On a pu voir aussi une exposition de travaux réalisés par les élèves.

L’ambiance était tellement bonne que l’on se croyait en France et plus particulièrement à Paris. On a même entendu Édith Piaf. Et oui, bien sûr, vous avez bien lu. En effet, Jenny, notre collaboratrice à la bibliothèque a chanté plusieurs fois la chanson «Non, je ne regrette rien» et «Ma Philosophie» d’Amel Bent a été chantée par Cassandra e Cristina (9ème année).

L’espace a été décoré par tous ceux qui ont bien voulu participer et bien sûr, Astérix et Obélix ont été nos invités d’honneur. Ces personnages ont été dessinés par Álvaro de la 9ème année. Qu’est-ce qu’il dessine bien !!! Vous ne trouvez pas ?

Et, à midi, un Repas à la Française… quel menu délicieux!!
Pour terminer, nous vous laissons quelques proverbes sur la chandeleur :
À la Chandeleur, l'hiver se meurt ou prend vigueur ;
À la Chandeleur, la neige est à sa hauteur ;
À la Chandeleur, le jour croît de deux heures ;
À la Chandeleur, le froid fait douleur ;
À la Chandeleur, Rose n'en sentira que l'odeur ;
Si la chandelle est belle et claire, nous avons l'hiver derrière, si le ciel n'est ni clair ni beau, nous aurons plus de vin que d'eau.





Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto


A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou no dia 1 de novembro de 2005, a resolução de celebrar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto no dia 27 de Janeiro. Esta data foi escolhida em homenagem aos seis milhões de judeus e às outras vítimas do extermínio nazi, durante a IIª Guerra Mundial (1939-1945).
A data escolhida assinala o dia em que as tropas soviéticas, em 1945, libertaram os prisioneiros do campo de concentração e de extermínio de Auschwitz, na Polónia, então ocupada por tropas nazis.
Auschwitz foi o maior centro de extermínio da Alemanha nazi: 7000 sobreviventes foram libertados a 27 de Janeiro de 1945, mas dias antes, as «SS» tinham evacuado mais de 60 mil prisioneiros, muitos dos quais acabariam por falecer.
Para comemorar este dia e para que nunca seja esquecido, a biblioteca escolar fez uma exposição de fotografias da época retiradas do Álbum de Auschwitz. 

Para saberes mais, clica em http://w3.memoshoa.pt/

Continua patente na biblioteca um mural do holocausto onde podes registar o teu comentário  face às atrocidades que se cometeram nessa altura.


Ficam aqui algumas fotografias da exposição





Vamos deixar aqui também, para nunca mais esquecer o poema do Primo Levi (químico e escritor italiano, um dos sobreviventes de Auschwitz:



Vós que viveis tranquilos
Nas vossas casas aquecidas,
Vós que encontrais regressando à noite
Comida quente e rostos amigos:
Considerai se isto é um homem
Quem trabalha na lama
Quem não conhece a paz
Quem luta por meio pão
Quem morre por um sim ou por um não.
Considerai se isto é uma mulher,
Sem cabelo e sem nome
Sem mais força para recordar
Vazios os olhos e frio o regaço
Como uma rã no Inverno.
Meditai que isto aconteceu:
Recomendo-vos estas palavras.
Esculpi-as no vosso coração
Estando em casa, andando pela rua,
Ao deitar-vos e ao levantar-vos;
Repeti-as aos vossos filhos.
Ou que desmorone a vossa casa,
Que a doença vos entrave,
Que os vossos filhos vos virem a cara.

(in Se isto é um homem, tradução de Simonetta Cabrita Neto)

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