sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

CONCURSO - Um conto de Natal

Os trabalhos vencedores são:

1º PRÉMIO: Teodósio no Espaço, de Patrícia Santos.

2º PRÉMIO: Uma Historia de Natal, de Carla Cancujo.

3º PRÉMIO: Carandiru, de Gabriela Domingues.


PARABÉNS!


No início do 2º período haverá surpresas para todos!

As histórias premiadas, todas inspiradas na Declaração Universal dos Direitos Humanos, cujo 60º aniversário se comemorou no dia 10 deste mês de Dezembro, ficam aqui para que todos possam lê-las!

TEODÓSIO NO ESPAÇO

de Patrícia Santos

Era uma vez… O Teodósio no espaço.
O Teodósio estava numa prisão, porque, no espaço, quem quiser obter os seus direitos, vai para a prisão. Claro que lá na prisão estavam muitas pessoas.
Algumas delas morriam, porque para eles, viver na prisão era a pior coisa que havia.
O Teodósio era triste. Claro que a prisão estava cheia de pessoas, mas mesmo assim ele sentia a solidão.
Um dia, a Vida foi ter à prisão, porque queria os seus direitos. O Teodósio encontrou-se com a Vida, e ela perguntou-lhe porque estava tão triste. Claro que o Teodósio não respondeu, mas logo em seguida, Vida, percebera o que se passava.
Subitamente o alarme da prisão tocou. Ouvia-se uma voz que dizia: «Ajudem, ajudem! Um meteoro vai cair sobre a prisão!»
– O que é um meteoro? – Perguntou o Teodósio à Vida.
– Meteoro é uma espécie de pedra, maior que as normais, que cai com muita velocidade. - Respondeu a Vida.
As celas abriram-se, os prisioneiros apresaram-se a sair, mas Teodósio não.
– Despacha-te Teodósio! Vamos sair daqui, e tentar impor os direitos humanos na Terra. – Disse Vida.
Teodósio reflectiu um bocado, e pensou… Pensou como seria a vida de todos com direitos. De repente, disse:
– A vida com direitos seria melhor para todos!
A Vida, o Teodósio e os outros prisioneiros saíram da prisão e vieram a nadar para a Terra. Mas quando cá chegaram, ficaram decepcionados. Viram que na Terra estava a acontecer a 2ª Guerra Mundial. Viram homens, mulheres, crianças e bebés a morrerem. Mas Teodósio tinha um plano.
– Tens aí uma caneta brilhante? – Perguntou à Vida.
A Vida disse que sim e deu-lha.
Teodósio escreveu no céu:


- QUE A GUERRA PARE!


E, nesse momento, a Guerra parou, e os direitos caíram brilhando, como um lençol, sobre a Terra.
Era o dia 10 de Dezembro de 1948.
A partir desse ano, o Natal poderia ser muito mais feliz para todos.

UMA HISTÓRIA DE NATAL

de Carla Cancujo

Numa noite muito fria de Inverno, nuns arvoredos de folhas bicudas e finas, cobertas de gelo e um silêncio tão imóvel que nem animais se ouviam, havia uma pequena criança, mendiga e sem pais, que se encontrava debaixo de uma árvore tão baixinha que nem chegava a proteger a menina da neve que caía em cima dela.
Era uma menina a quem todos tratavam por Belinha. As suas roupas estavam rasgadas, gastas e, para se proteger, apenas tinha uma pequena manta, com que se cobria.
Perto desses arvoredos, havia uma pequena estrada onde, às vezes, passavam carros. Como era de noite, a Belinha não saía daquele sítio. Mas os ocupantes dos carros que passavam, se olhassem em volta, conseguiam vê-la.

Nessa noite, passou um carro com três pessoas lá dentro, um casal e uma criança. Pelo aspecto do carro e pela postura dos seus ocupantes, pareciam ser pessoas muito ricas. A criança, que ia com os seus pais, olhou pela janela e reparou na menina. Sua mãe também olhou, mas ignorou. A criança ficou a olhar, mas passados uns instantes, também virou a cara.
Não foram capazes de ter pena dela, de pararem. Nem uma esmola lhe deram.

Nesse momento, estava o Pai Natal furioso, no outro lado do mundo, a olhar pela sua bola de cristal. Como sentia que não podia ficar ali sem fazer nada, aparelhou as suas renas e foi buscar a Belinha e trouxe-a com ele para o Pólo Norte.
Como o Pai Natal estava sempre muito ocupado, pois aproximava-se o Natal, contratou uma Ama, que tomava conta da menina.
Todos os dias o Pai Natal ficava preocupado pois as “Normas do Pai Natal” não lhe permitiam ter uma criança a viver com ele. Mas, pela primeira vez, a Belinha estava a receber o amor de alguém.

Alguns dias antes do Natal, o Pai Natal recebeu a carta do Manuel, aquele menino que, naquela noite, tinha passado naquela rua e não tinha parado. Esta não era uma carta normal. Nesta carta ele mostrava mais arrependimento do que o pedido que era suposto. A carta dizia:
“Pai Natal, aqui há uns tempos passei por uma menina, mendiga, que estava sozinha. Tive muita pena dela, só que os meus pais não quiseram ajudá-la.
Eu sei que isto é discriminação e que essa criança tem os mesmos direitos que todos nós, por isso mando esta mensagem, para que ajudes essa criança.”
O Pai Natal já a tinha ajudado, como sabemos, mas ficou muito sensibilizado com o pedido do Manuel.
Como a Belinha não podia ficar no Pólo Norte para sempre, o Pai Natal procurou um lar muito bonito e simpático para ela. A nova família tomava muito bem conta dela e, como era perto da casa do Manuel, tornaram-se amigos. A partir daí, todas as noites de Natal, à meia-noite, o Pai Natal fazia uma visita à menina.

Todos temos direito à igualdade.

CARANDIRU

de Gabriela Domingues[1]

Esta é uma história baseada num fato[2] real, sobre uma penitenciária[3] mista que sofreu um massacre numa data muito especial para todos – o Natal.

Tudo começou quando Carlos e Joaquim decidiram fazer parte de uma organização criminosa.
Um dia, receberam uma missão, roubar um banco. Chegou a hora por que os dois estavam ansiosos. Tudo corria como o planejado
[4], quando um guarda percebeu a ação[5] dos dois e começou o tiroteio. Carlos e Joaquim, como eram inexperientes, ficaram apavorados e começaram a atirar para todos os lados e, sem querer, mataram várias pessoas, inclusive seis crianças sendo uma delas um recém-nascido. Quando viram o estrago que haviam causado, se renderam e os policiais prenderam eles.[6]
Chegado o dia do jugamento, estavam ansiosos pela sentença, a qual não agradou, nem a eles e nem à família.
Pegaram
[7] quarenta e cinco anos em uma[8] das penitenciárias mais temidas do país, o Carandiru, um lugar repleto das piores pessoas que cometeram os mais variados tipos de crimes.
Quando receberam a notícia, toda a família ficou abatida porque, daquela penitenciária, poderiam receber qualquer notícia, até as piores.
Eles estavam temporariamente em outra
[9] penitenciária quando receberam a notícia de que chegara o dia de ir para o Carandiru.
Os dois estavam tristes e desiludidos com a vida e por estarem indo
[10] para um lugar terrível.
Escoltados por policiais bem armados, foi realizada a transferência. Quando chegaram lá, enquanto iam passando por entre as celas, viam as pessoas maltratadas e vivendo em condições precárias de higiene. Foram rapidamente levados às suas celas; a sorte deles foi que iriam ficar juntos na mesma cela.
Conforme iam passando os dias, eles sentiam cada vez mais desprezo por tudo o que viam e muita saudade da família, que os vinha visitar poucos dias ao mês, porque era muito difícil passar pela humilhação que tinham que passar para ir visitar eles
[11].

Passaram dois meses. Eles já estavam arrependidos do que fizeram e, agora, além dos maus-tratos, tinham que conviver com a culpa de terem matado pessoas inocentes. Cada vez mais, viam que tinham escolhido o caminho errado. Eles tinham uma família maravilhosa: eram pessoas pobres, mas ricas em amor e carinho.
Viver naquela prisão era horrível, os presos eram maltratados e eram obrigados a trabalhar em condições desumanas e degradantes, além das torturas diárias que sofriam. Todos sabiam que haviam
[12] praticado crimes cruéis, mas a verdade é que deveriam estar a receber um tratamento que ajudasse a que todos o percebessem e, depois que saíssem da prisão, tivessem uma vida digna. Mas não era assim, e os presos tornavam-se cada vez mais agressivos e faziam várias rebeliões, o que os tornava ainda mais perigosos.

Enquanto isso, se aproximava
[13] o Natal, uma data que Carlos e Joaquim costumavam passar sempre com a família, mas que eles sabiam que durante vários anos, não iriam ter essa felicidade.
A polícia federal, já cansada de tantas rebeliões, resolveu junto com as forças armadas, fazer uma “varredura” na penitenciária.

Foi então que, no dia vinte e quatro de Dezembro, às vinte e três horas, que os policiais e os soldados receberam a ordem de seus superiores para poderem cumprir o plano que haviam armado, para poderem resolver os problemas que tinham naquela penitenciária. Eles chegaram, atirando e matando todos os presos que encontravam pela frente. Enquanto isso, Carlos e Joaquim ouviram os tiros e os gritos e conseguiram escapar da cela. Conforme iam passando, viam pessoas jogadas
[14] umas em cima das outras e algumas até mutiladas e decapitadas. Viam muito sangue. Foi aí que tiveram a ideia de se jogaram no meio dos corpos, de um jeito tal que parecia que estavam mortos, prendiam a respiração e, para disfarçarem ainda mais, pegavam o sangue das outras pessoas e passavam por cima de seus corpos.
Enquanto isso, a notícia estava dando no noticiário do país inteiro. Eram mais ou menos 0:30horas e já era Natal. A família deles estava reunida, todos desesperados pela notícia que, achavam eles, haviam de receber – de que todos haviam morrido.
Enquanto isso, no Carandiru ainda estava acontecendo aquele massacre e Carlos e Joaquim, jogados no meio daqueles cadáveres e presenciando aquelas cenas de terror. Passadas algumas horas, eles perceberam que os policiais tinham ido embora e, rapidamente, saíram e conseguiram escapar daquele inferno.

A família estava de luto, e ainda não sabiam que era um dia de alegria.
A sorte dessas duas famílias foi Carlos e Joaquim terem conseguido sobreviver e voltarem a suas casas para poderem passar o Natal e superarem aquelas imagens que haviam presenciado durante aquele tempo que ficaram presos.
Mas nem todas as famílias tiveram a sorte de ter essa boa notícia, mas sim muita revolta e dor, em um dia tão especial como o dia de Natal, que, naquele ano, ficou marcado nas vidas de todos aqueles que perderam filhos, netos, tios e tias nesse massacre que chocou o país
[15].
------------------
[1] Gabriela Domingues, a autora deste texto, é oriunda do Brasil, pelo que a sua língua materna é a variante linguística do português brasileiro. As notas seguintes fazem algumas correspondências entre estas duas variantes da língua portuguesa.

[2] fato (português do Brasil ) – facto (português europeu)
[3] penitenciária – prisão
[4] planejado – planeado
[5] ação - acção
[6] Quando viram o estrago que haviam causado se renderam e os policiais prenderam eles – Quando viram o estrago que tinham causado, renderam-se e os polícias prenderam-nos.
[7] pegaram – levaram.
[8] em uma – numa.
[9] em outra – noutra
[10] estarem indo – estarem a ir
[11] visitar eles – visitá-los.
[12] haviam – tinham.
[13] se aproximava – aproximava-se.
[14] jogadas – atiradas; caídas.
[15] refere-se ao Brasil.



segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

10 de Dezembro - 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos




Lembrámos o Dia Internacional dos Direitos Humanos.



Este ano a Declaração Universal dos Direitos Humanos, completando 60 anos, foi comemorada na nossa biblioteca com um momento de poesia, uma exposição de trabalhos do 9º ano e de marcadores criados pelo 10º C. Foram lidos alguns poemas por alunos do 7º A e B

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

NESTE NATAL







Neste Natal quero armar uma árvore dentro do meu coração
E nela pendurar, em vez de presentes,
Os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos antigos e os mais recentes.
Os amigos de longe e os amigos de perto.
Os que vejo em cada dia e os que raramente encontro.
Os sempre lembrados e os que às vezes ficam esquecidos
Os das horas difíceis e os das horas alegres.
Os que sem querer eu magoei ou sem querer me magoaram.
Os meus amigos humildes e os meus amigos importantes.
Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida.
Muito especialmente aqueles que já partiram e de quem me
Lembro com tanta saudade.
Que o Natal permaneça vivo em cada dia do ano novo.
E que a nossa amizade seja sempre uma fonte de luz e paz em todas as lutas da vida.


(Anónimo)

Citado na revista “XIS ideias para pensar”



Feliz Natal! Boas Festas!



Felizes leituras!






quarta-feira, 26 de novembro de 2008

CONCURSO - Um conto de Natal

Aceita o desafio…



Regulamento

Participantes

Podem concorrer todos os alunos da escola.


Tema

Produção de um conto de Natal


Prazos

Os prazos do concurso são os seguintes:

1. A entrega dos trabalhos deverá ser feita na Biblioteca até ao dia 9 de Dezembro;

2. A afixação dos trabalhos será dia 18 de Dezembro;

3. A exposição e a divulgação dos melhores trabalhos ocorrerá num placar da Biblioteca e aqui no blogue.

Normas para a elaboração do texto
  • Cada concorrente só pode apresentar 1(um) trabalho;
  • Deve ser original, inédito e individual;
  • Deve ser escrito em Língua Portuguesa;
  • Será passado em Word 2003, letra do tipo Times New Roman, tamanho 12, com um espaçamento de 1,5 linhas.

- Deverá ser entregue em formato digital e um exemplar em papel;
- Os trabalhos não deverão ultrapassar 1(uma) folha A4, isto é, 2(duas) páginas;
- Serão excluídos os concorrentes que não sigam as normas supracitadas.

Júri

O júri deste concurso será constituído por dois elementos da Biblioteca.
Não há recurso das decisões do júri.

Critérios de Avaliação

  • Adequação ao tema proposto
  • Originalidade/criatividade
  • Coesão e coerência textual
  • Respeito pela ortografia


Cada concorrente deve assinar o seu trabalho com um pseudónimo e entregar um envelope fechado, contendo as seguintes ibformações:
-O pseudónimo no exterior do envelope;
-Numa folha, colocada no interior do envelope, devem constar novamente o pseudónimo e a identificação completa do aluno (nome, idade, ano, número e turma).

BOM TRABALHO!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Dia de São Martinho






Os alunos do Clube dos Amigos da Biblioteca lembraram o Dia de São Martinho, usando castanhas de uma maneira diferente.

Sugestões de Leituras

Um livro

BARRIE, J. M., Peter Pan


Peter Pan, a criança centenária

Vive na Terra do Nunca, tem uma amiga que é uma fada e é odiado por um pirata. Peter Pan é um rapazinho invulgar e o herói desta história, que já celebra 100 anos.
“Todas as crianças crescem, excepto uma. ”Quem não conhece Peter Pan, o rapazinho endiabrado, que teima em não crescer e que vive, na companhia da fada Sininho, num mundo de fantasia chamado Terra do Nunca? A história de Peter transformou-se num dos maiores clássicos da literatura infantil de todos os tempos. Aliás, hoje em dia, Peter Pan já não habita apenas as páginas do romance do dramaturgo e novelista escocês Sir James Matthew Barrie, pois são vários os filmes, séries televisivas e desenhos animados queretratam as aventuras da personagem. Ora, o que poucos imaginarão ao olhar para a aparência infantil e cheia de frescura de Peter Pan é que este menino já é centenário.






Um filme


À Procura da Terra do Nunca
Título original: Finding Neverland
De: Marc Forster
Com: Dustin Hoffman, Johnny Depp, Julie Christie, Kate Winslet
Classificacao: M/12
Estúdios: Miramax
EUA/GB, 2004, Cores, 106 min.

À Procura da Terra do Nunca é um conto mágico inspirado na vida do escritor James Barrie, que deu vida ao célebre Peter Pan, um dos maiores heróis das histórias infantis.
O escritor James Barrie, um génio literário, aborrecia-se com os temas da época e buscava inspiração para uma nova peça. Inesperadamente encontrou-a onde menos esperava, quando se cruzou com os Llewelyn Davis, uma viúva e os seus quatro filhos. Barrie tornou-se amigo dos cinco e transformou-se no seu companheiro de histórias e aventuras, onde todos se transfiguram em cowboys e índios, piratas, reis e fadas. Os jovens Llewelyn Davis acabam por ser baptizados Os Rapazes Perdidos da Terra do Nunca.
Assim nasceu Peter Pan, a peça com que Barrie desafia todas as convenções, pondo actores a voar e a falar com pequenas fadas. Porque tudo isso é possível na Terra do Nunca.


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2008/2009

Os livros para a primeira fase do Concurso Nacional de Leitura 2008/2009 são os seguintes:

Alunos do 3º ciclo:





  • AMADO, Primos Ramos, A Nave de Noé

  • FUNKE, Cornelia, O Príncipe dos Ladrões

Alunos do Ensino Secundário:






  • SPARKS, Nicholas, Corações em Silêncio

  • ZAFÓN, C A Sombra do Vento


Calendário:

1ª Fase- Escolas- 15 de Outubro de 2008 a 9 de Janeiro de 2009.
2ª Fase- Bibliotecas Públicas -Fevereiro e Março de 2009.
3ª Fase- Provas Finais - Maio de 2009.

Para mais informação, consulta aqui o regulamento.


Boas leituras!

SEMANA DA BIBLIOTECA ESCOLAR

No mês das Bibliotecas escolares, marcámos a semana de 27 a 31 de Outubro com sessões de formação especialmente destinadas a todas as turmas de 7º ano.
Acompanhados de um guião, os alunos fizeram um percurso pelas várias zonas da Biblioteca e familiarizaram-se com o seu espólio e com a forma como está organizado. A partir de agora, estes alunos estarão mais aptos para fazerem pesquisa autónoma.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Concurso de Adivinhas - SOLUÇÕES

  • O que é que nasce a soco e morre à facada?
    (Pão )
  • Sou careca e parente de carecas, minha mãe é desdentada e meu pai é cantador, eu não sou da mesma cor.
    (Ovo )
  • Tem barbas e não tem queixo, Este bicho montanhês; Tem dentes mas não tem boca, Tem cabeça e não tem pés.
    (Alho )
  • Tem coroa e não é rei, tem escamas e não é peixe. O que é?
    (Ananás )
  • Eu no campo me criei, metida entre verdes laços. E quem mais chora por mim, é quem me faz em pedaços.
    (Cebola )
  • Lutos são trajos meus, duro é o meu coração; com as gotas do meu sangue as trevas fugindo vão. Quem sou eu?
    (Azeitona )
  • Qual é a pessoa que não faz senão comer?
    (Cozinheiro)
  • Qual é a coisa que se cria sem comer?
    (Fome)
  • Qual é coisa qual é ela que quanto mais quente está mais fresco é?
    (Pão )

Semana da Alimentação

Na semana de 13 a 17 de Outubro, comemorámos a Semana da Alimentação.


  • Semana Gastronómica:almoços francês, nacional, inglês, mediterrânico e regional

  • 13 de Outubro - Palestra da Dra. Ângela Henriques sobre ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, para os alunos do 7o ano

  • Concurso de Adivinhas

  • Exposição de naturezas mortas (pinturas e fotografias)

  • Jogos de cartas em língua estrangeira

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Apresentação da Biblioteca Escolar

Aqui poderão encontrar uma visita guiada.

Convidamo-los a fazer percurso connosco.


Boas Vindas

Vamos iniciar o blogue da nossa Biblioteca.